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Perito criminal Ricardo Molina chega ao AP para atuar em investigação

Conhecido nacionalmente por atuar em casos desde 1991, ele possui uma vasta participação em investigações que ganharam repercussão no país, como os casos PC Farias e Gil Rugai

17/11/2021 às 13h32
Por: Emanoel Jordânio Fonte: Blog Santana do Amapá
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Perito criminal Ricardo Molina chega ao AP para atuar em investigação

Já está em Macapá, o prestigiado perito criminal carioca, Ricardo Molina. Nesta quinta-feira, às 9h30 ele participará de uma Coletiva de Imprensa. 

Conhecido nacionalmente por atuar em casos desde 1991, ele possui uma vasta participação em investigações que ganharam repercussão no país, como os casos PC Farias e Gil Rugai. 

Molina apresenta um pouco de sua trajetória profissional no livro “O Brasil na fita – De Collor à Dilma, tudo o que vi e ouvi em mais de duas décadas”, lançado pela editora Record. 

Nesta semana, o perito foi contratado pela Empresa de Advocacia Bordalo & advogados Associados, para atuar no caso envolvendo os seis policiais militares acusados de execução no município de Santana. 

Molina reuniu-se nesta manhã (16) com o advogado Cícero Bordalo, que está acompanhado o inquérito desde o mês de setembro. 

Á época, Bordalo disse à imprensa que a investigação conduzida pela Polícia Civil de Santana continha uma série de falhas. E que em seu entendimento, o pedido de prisão dos PMs teria sido decretado de maneira precoce e indevida, e baseada em suposições. 

O advogado requereu, então, o pedido de Habeas Corpus à justiça, para que os acusados pudessem acompanhar o andamento do inquérito em liberdade.

Quem é Ricardo Molina? 

Ricardo Molina de Figueiredo é docente da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp-SP), curso Mestrado e Doutorado em Linguística. 

É perito em fonética forense, tendo atuado em muitos casos como Assistente Técnico em processos judiciais criminais e cíveis. Também é diretor do Instituto de Pesquisa de Som, Imagem e Texto (IPESIT). 

Ficou mais conhecido na década de 1990 por ter trabalhado no Caso PC Farias e Suzana Marcolino, por meio de análise de identificação de vozes e da reconstituição do crime.

Acredita que a perícia compõe uma nova forma de análise sobre os argumentos apresentados nos autos. Entretanto, como perito, não pode emitir juízo de valor. 

Molina faz uma média de 120 análises por ano e presta assessoria a entidades como a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e o FAEP (Fundo de Apoio ao Ensino e à Pesquisa) da Unicamp.

Informações postadas no site do Diário do Amapá

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